MARAVILHA DO UNIVERSO

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Contemple a Maravilha do Universo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

ESTRELAS PODEM TER ACABADO COM A VIDA NA TERRA HÁ 440 MILHÕES DE ANOS



Conforme mostrado pela revista New Scientist, em 2003 uma equipe de cientistas da Universidade do Kansas sugeriu que um bombardeio de raios gama estelares teria sido o responsável pela extinção de grande parte da vida terrestre há 440 milhões de anos.
Há duas formas de estrelas liberarem grandes quantidades de raios gama: pela explosão de uma ou pela fusão de duas delas. O problema é que existem poucas provas que realmente consigam encontrar um culpado para isso, visto que qualquer estrela pode liberar o material. Mas agora, pesquisadores do Instituto Mark Planck de Física Nuclear (Alemanha) estão com provas um pouco mais contundentes para confirmar o que foi dito pelos americanos.
Segundo os cientistas, o bombardeio realmente ocorreu na época em que os americanos afirmaram, mas em vez de uma simples fusão ou morte, ocorreu uma grande explosão de muitas estrelas em um determinado espaço - talvez pela fusão ou impacto entre várias delas. O resultado foi, segundo os alemães, a emanação de muitos raios gama em direção à Terra, o que causou a morte de muitos seres vivo da época.
Fonte: Tecmundo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

NÃO ESTAMOS SÓS, A TERRA TEM UM COMPANHEIRO NO ESPAÇO!

Utilizando dados do telescópio espacial Wise, cientistas norte-americanos confirmaram que a Terra não orbita sozinha o Sol como se pensava, mas partilha a longa jornada com um pequeno asteroide troiano. A descoberta confirma a hipótese levantada em 1772 pelo matemático francês Joseph-Louis Lagrange de que objetos poderiam ficar presos indefinidamente em pontos específicos do espaço.

Asteroides troianos são objetos que compartilham as orbitas planetárias em pontos estáveis localizados à frente ou atrás do planeta. Como esses objetos acompanham a mesma órbita do planeta, não existe risco de colisão. Até agora, somente Marte, Júpiter e Netuno possuíam asteroides troianos, além de duas luas de Saturno que também dividem suas órbitas.

Há muito tempo que os cientistas previam a possibilidade da Terra ter também um asteroide troiano, mas o diminuto tamanho da rocha e posição desfavorável em relação ao Sol tornaram sua detecção praticamente impossível.
"Estes asteroides são invisíveis. Eles ficam sempre à luz do dia, o que os torna muito difícil de vê-los", disse o astrofísico Martin Connors da Athabasca University, no Canadá, principal autor do paper (trabalho científico) sobre a descoberta, publicado esta semana na revista Nature. "Conseguimos encontra-lo porque ele tem uma orbita bastante incomum, que o leva um pouco mais longe do Sol quando comparado aos típicos troianos", completou.
A descoberta
Para encontrar o asteroide troiano, Connors e sua equipe utilizaram milhares de imagens registradas pelo projeto NEOWISE, um complemento da missão do telescópio espacial WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer), que escaneou todo o céu entre janeiro de 2010 e fevereiro de 2011 no comprimento de onda do infravermelho.


O programa NEOWISE tem como objetivo focar especificamente nos objetos próximos à Terra, ou NEOs, como asteroides e cometas, que passam dentro de 45 milhões de quilômetros da Terra. Durante a missão, o NEOWISE observou mais de 155 mil objetos no Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter, além de 500 NEOs, 132 deles desconhecidos.
A busca resultou em dois possíveis candidatos a asteroides troianos, culminando na descoberta do primeiro objeto desse tipo a partilhar a orbita terrestre.
Companheiro
Batizado de 2010 TK7, o asteroide tem cerca de 300 metros de diâmetro e sua orbita peculiar revela um complexo movimento próximo a um ponto estável no plano da orbita terrestre, apesar do asteroide também se mover acima e abaixo dentro do plano.


O objeto se localiza a 80 milhões de km da Terra, em um ponto estável conhecido como Ponto de Lagrange L4. Esse ponto foi teorizado pela primeira vez em 1772 pelo matemático francês Joseph-Louis Lagrange, que calculou que objetos colocados dentro de alguns pontos específicos do espaço (chamados atualmente de Pontos de Lagrange) ficariam presos indefinidamente devido ao equilíbrio gravitacional da região.
De acordo com cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL, a orbita de 2010 TK7 está bem definida e pelos próximos 100 anos a máxima aproximação prevista para o objeto não será inferior a 24 milhões de quilômetros.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

VEM AI O FIM DO MUNDO; MAS NÃO SERÁ EM 2012

O envelhecimento do Sol fará com que os astro se expanda, colocando em risco os planetas

Resigne-se: o mundo vai mesmo acabar. Isso só não deve ser em 2012, como muita gente anda dizendo por aí.
Daqui a 1 bilhão de anos, nosso planeta estará fadado à morte certa, com um futuro de temperaturas escaldantes insustentáveis para a manutenção da vida. O culpado? O Sol, a caminho de uma espécie de velhice estelar.
"Faz parte da evolução das estrelas do tipo do Sol. Quando o hidrogênio de seu núcleo vai acabando, a consequência é a estrela aumentar. Isso interfere em seu brilho e na energia que chega à Terra", diz Gustavo Rojas, astrofísico da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).
Embora a presença de vida (ao menos por enquanto) seja exclusividade do Sistema Solar, nossa estrela é de um tipo bastante comum Universo afora.
As estrelas são amontoados de gás incandescente, sobretudo hidrogênio. No núcleo, os átomos se chocam em um ambiente de altíssima pressão, desencadeando a chamada fusão nuclear. Esse processo gera muita energia e permite que a estrela tenha um tamanho estável.
O problema é que esse combustível não dura para sempre e, à medida que ele vai acabando, outro elemento, o hélio (resultado da fusão do hidrogênio) começa ele mesmo a ser fundido.
Essa substituição faz com que as camadas externas da estrela se expandam. É como se o calor se espalhasse pela extensão da estrela, que fica mais fria e, portanto, mais avermelhada. É esse futuro como gigante vermelha que espera o Sol daqui a pelo menos 5 bilhões de anos.
Seu tamanho deverá aumentar em torno de 200 vezes, o suficiente para "engolir" Mercúrio, Vênus e, muito provavelmente, a Terra.
As condições de vida por aqui, porém, irão se deteriorar bem antes disso.
"Daqui a 1 bilhão de anos, com o aumento do brilho do Sol, os oceanos já terão evaporado. Até as rochas derreterão. A vida já terá acabado", diz Carolina Chavero, do Observatório Nacional, no Rio.
Tudo isso ainda levará muito tempo para acontecer, mas já existem cientistas propondo alternativas à aniquilação da humanidade. Uma delas seria a migração.
"A zona habitável [região em que há água no estado líquido] do Sistema Solar também mudará. Regiões antes muito frias vão esquentar", diz Gustavo Rojas. Uma boa primeira parada seria Marte.
O "descanso", porém, seria temporário. O Sol logo começaria a fritar também a superfície marciana.
Em mais alguns bilhões de anos, o chamado cinturão de Kuiper, onde fica Plutão, é que terá condições ideais.
Soluções mais malucas, como um guarda-sol para barrar parte da luz estelar, e até um complexo sistema que usaria a força gravitacional de cometas para "empurrar" a Terra para outra órbita, também já foram pensadas.

domingo, 8 de janeiro de 2012

TELESCÓPIO NO CHILE CAPTA IMAGEM DA NEBULOSA ÔMEGA

Fotografia da nebulosa Ômega tirada por telescópio que se encontra no deserto do Atacama, no Chile

O poder de alcance do Very Large Telescope é atestado pela imagem divulgada nesta quarta-feira pelo ESO (Observatório Europeu do Sul), que fica em solo chileno, no deserto de Atacama.
A foto mostra a nebulosa Ômega, também conhecida como Messier 17, onde prolifera poeira estelar que circunda estrelas em formação.
O gás colorido e a poeira escura da nebulosa servem de matéria-prima na criação da próxima geração de estrelas.
Nesta região particular, as estrelas mais jovens --brilhando de forma ofuscante em tons branco-azulados-- iluminam todo o conjunto.
As zonas de poeira da nebulosa, semelhantes a brumas, contrastam visivelmente com o gás brilhante.
As cores vermelhas dominantes têm origem no hidrogênio, que brilha sob a influência da intensa radiação ultravioleta emitida pelas estrelas quentes jovens.
A Ômega tem muitos nomes, dependentes de quem a observou, quando e do que julgou ter visto.
Entre eles, incluem-se: nebulosa do Cisne, Cabeça de Cavalo e ainda Lagosta. O objeto foi também catalogado como Messier 17 (M17) e NGC 6618.
A nebulosa situa-se entre 5000 e 6000 anos-luz de distância na direção da constelação de Sagitário.
Um alvo bastante popular entre os astrônomos, este campo de poeira e gás brilhante é uma das mais jovens e mais ativas maternidades estelares na Via Láctea, onde nascem estrelas de grande massa.

sábado, 7 de janeiro de 2012

SONDA RUSSA PERDIDA PODE CAIR NA TERRA NA SEMANA QUE VEM



A sonda russa Fobos-Grunt, que ficou perdida no espaço após seu lançamento em 2011, pode cair na Terra na próxima semana. A espaçonave de 13,5 t orbita nosso planeta desde novembro, quando falhou em seguir seu caminho em direção à lua Fobos, de Marte. 


Agora, oficiais da agência espacial russa, a Roscosmos, afirmam que entre 20 e 30 fragmentos da sonda, com um total de 200 kg, podem cair na Terra. As informações são do site do jornal britânico The Guardian. 



Entre as partes que podem cair, está uma cápsula em formato de cone que deveria retornar de Fobos. Esse equipamento conta com escudo de calor e foi projetado para resistir à reentrada mesmo sem auxílio de paraquedas. 


Radares ao redor do planeta monitoram a movimentação do equipamento e, quando ele se aproximar de uma reentrada, os pesquisadores russos começarão a monitorá-lo a cada hora para poder prever onde os destroços irão cair. A dificuldade de prever o local do impacto é devido à velocidade da sonda, que dá uma volta ao redor da Terra a cada 90 minutos. Qualquer detalhe pode modificar completamente a trajetória da Fobos-Grunt. 


Além do impacto, os governos da Rússia, Alemanha e Estados Unidos estão preocupados com os combustíveis usados pela sonda - dimetil hidrazina assimétrica (UDMH) e tetróxido de dinitrogênio - que podem contaminar o local onde os destroços caírem. 


Apesar do alarde, as agências espaciais acreditam que há pouco risco relacionado à reentrada da Fobos-Grunt. O destroços devem ser destruídos na reentrada e os tanques de alumínio deve romper a cerca de 100 km, o que levaria o combustível poluente a queimar durante a descida. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

NASA DIVULGA FOTO QUE MOSTRA CORES DO POLO SUL DE TITÃ


Graças à sonda Cassini é possível ter uma ideia de como se parece o polo sul da maior lua de Saturno, Titã, se fosse visto a partir de um ponto no espaço. A captura da foto, divulgada no dia 28/12 pelo site da Nasa, foi possível pela combinação de imagens processadas por lentes diferentes para captar nuances em vermelho, verde e azul. 
Nasa exibe em seu site a imagem feita pela sonda Cassini do polo sul de Titã (em laranja)
O polo sul de Titã torna-se mais escuro à medida que os raios solares avançam em direção ao norte com o passar do dia. Na imagem, a parte superior alaranjada está iluminada pelo Sol; a neblina azul é a atmosfera de Titã. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

IMAGEM MOSTRA FASE FINAL DA VIDA DE ESTRELA SIMILAR AO SOL

Núcleo da estrela e camadas da atmosfera expelidas são visíveis
Astro fica a 15 mil anos-luz de distância, na constelação do Cisne.
Camadas da atmosfera vão, pouco a pouco, sendo expelidas no espaço.
A equipe do Telescópio Espacial Hubble divulgou nesta terça-feira (13) uma imagem da fase final da vida de uma estrela similar ao Sol, localizada a 15 mil anos-luz de distância na direção da constelação do Cisne.Com a decomposição da atmosfera da estrela, o entorno fica repleto de poeira e gás, porém é possível notar o núcleo quente na imagem captura pelo telescópio da Nasa.Após a etapa de gigante vermelha, o astro diminuiu e começou a expelir a própria atmosfera. A emissão de radiação infravermelha, originada na nuvem brilhante de poeira ao redor da estrela, foi detectada pela primeira vez pelo satélite IRAS em 1983, da Nasa, especializado em observações nesta frequência do espectro eletromagnético.
Daí o nome atual da região que inclui o astro gasoso, chamada IRAS 19475+3119. São objetos conhecidos como nebulosas pré-planetárias. A classificação não guarda relação com planetas, apenas significa que essas formações são parecidas com integrantes do Sistema Solar como Urano e Netuno, quando vistos em pequenos telescópios.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

ESTRELAS MASSIVAS PODERIAM NASCER LENTAMENTE COMO AS MENORES DIZ ESTUDO

Representação artística de disco de poeira e gás ao redor de estrela

Foto de disco ao redor de estrela é indício, segundo especialistas.
Registro foi feito por telescópio da Nasa e do European South Observatory.Astrônomos do European South Observatory (ESO) afirmam que o nascimento de estrelas com mais de 10 massas solares pode ser similar à geração de astros parecidos com o Sol. O indício seria uma imagem divulgada nesta quarta-feira (14) de uma estrela nova na região de IRAS 13481-6124, localizada na constelação do Centauro.
Segundo Stefan Kraus, especialista da Universidade de Michigan e coordenador do estudo, é a primeira vez que áreas internas de um disco ao redor de uma estrela recém-nascida e massiva são capturadas em foto. "Nossas observações mostram que a formação das estrelas é a mesma, independente da massa", afirma Kraus.
A imagem foi feita por composição do trabalhos de observação do ESO na Terra e do Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa.Representação artística de disco de poeira e gás ao redor de estrela (Foto: ESO/L. Calçada)
Discos de gás e poeira são ingredientes essenciais na geração de estrelas pequenas, do tamanho do Sol, segundo os especialistas. Já para astros com mais de dez massas solares, um dos modelos mais aceitos é o de combinação de duas ou mais astros com luz própria.
A luminosidade da estrela em IRAS 13481-6124 fará com que o disco desapareça com o tempo. O raio da massa de poeira e gás ao redor do corpo celestre recém-nascido é de 130 unidades astronômicas (UA), medida utilizada para calcular distâncias muito grandes para as quais o quilômetro é incompatível. A distância entre o Sol e a Terra vale 1 UA.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

MAPA CÓSMICO MOSTRA INTERAÇÃO DE QUASARES E MATÉRIA ESCURA



A matéria escura que, segundo as principais teorias atuais, compõe cerca de 25% do Universo, não interage com a luz e só pode ser detectada pela gravidade
Usando um mapa de mais de 4.000 quasares dos pontos mais distantes do Universo, cientistas do projeto Sloan Digital Sky Survey (SDSS-II) descobriram que esses objetos brilhantes reúnem-se em aglomerados densos, com enormes concentrações de quasares separadas por vastos volumes de espaço vazio. Essa distribuição sugere que os quasares estão no interior de concentrações de matéria escura.
A matéria escura que, segundo algumas das principais teorias atuais, compõe cerca de 25% do Universo, não interage com a luz ou com os campos elétricos, e só pode ser detectada por seu efeito gravitacional sobre a matéria comum.
"Mapas anteriores mostravam que os quasares mais próximos se aglomeram como galáxias normais", disse o pesquisador Yue Shen, principal autor do trabalho. "Mas a aglomeração em nosso mapa é dez vezes mais intensa".
Quasares são concentrações extremamente luminosas de gás, no processo de mergulhar dentro de buracos negros superpesados, localizados no centro de galáxias. Essa luminosidade intensa permite que os quasares sejam observados a grande distâncias. Como a luz viaja com uma velocidade finita, mapas de quasares distantes permitem vislumbrar a estrutura do Universo em seus primórdios.
"Quasares ficam em galáxias, que ficam em halos de matéria escura", explica o astrônomo Michael Strauss, que faz parte da equipe de Shen. "Numa galáxia típica, há dez vezes mais matéria escura que matéria comum".
"Demonstramos que os quasares mais brilhantes, energizados pelos maiores buracos negros, ficam nos halos mais pesados do Universo primitivo, com vários trilhões de vezes a massa do Sol", acrescenta Shen. "Isso é, em linhas gerais, o que as teorias prevêem".

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SONDAS SE APROXIMAM DA LUA PARA INVESTIGAR SUA ORIGEM


Duas naves espaciais idênticas da Nasa - a agência espacial americana - alcançarão a órbita lunar durante o fim de semana em uma missão destinada a estudar a estrutura subterrânea da Lua e tentar entender melhor a origem do satélite da Terra.
A primeira nave, a Grail-A (Gravity Recovery and Interior Laboratory), começará a orbitar a Lua às 21h21 GMT (19h21 de Brasília) de 31 de dezembro, seguida pela Grail-B, que fará o mesmo em 1º de janeiro em torno de 22h05 GMT (20h05 de Brasília), informou a Nasa em um comunicado. "Essa missão permitirá rever todos os textos e artigos relativos à evolução da Lua", afirmou Maria Zuber, chefe de investigação da GRAIL do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, no nordeste dos Estados Unidos).
Segundo o instituto, testes recentes indicaram que as naves espaciais estão operando dentro da expectativa até o momento. As duas naves, que possuem o tamanho de uma máquina de lavar e foram avaliadas em 500 milhões de dólares cada, foram lançadas no dia 10 de setembro.
No início de março de 2012, as duas sondas espaciais não tripuladas enviarão sinais de rádio para que os cientistas possam criar um mapa de alta resolução do campo gravitacional da Lua, o que lhes permitirá entender melhor seu subsolo, assim como a origem de outros corpos do sistema solar. A missão deve estudar partes ainda inexploradas da Lua e analisar a hipótese de que havia uma segunda Lua em torno da Terra que se fundiu com a atual.
As duas sondas levaram três meses para percorrer os quase quatro milhões de quilômetros que nos separam da Lua, sendo que o trajeto normal tripulado leva em torno de três dias para chegar ao satélite. A trajetória maior permitiu aos cientistas testar os dispositivos das naves.
De acordo com os cientistas, a Lua se formou quando um objeto do tamanho de um planeta colidiu com a Terra, liberando uma grande quantidade de material que formou a Lua. Contudo, a forma como a Lua teria aquecido com o passar do tempo, criando um oceano de magma que mais tarde se cristalizou, ainda é um mistério, mesmo após as 109 missões realizadas desde 1959 para estudar a Lua, que levaram ao todo 12 astronautas para sua superfície.
Fonte: Terra