Sequência de fotos tiradas em 2007 mostra eclipse da Lua; fenômeno pode ser visto novamente nesta quarta
O primeiro eclipse total da Lua a ocorrer neste ano será visível nesta quarta-feira, do início ao fim, em regiões do leste da África, na região central da Ásia, no Oriente Médio e no oeste da Austrália, caso o tempo seja favorável. Parte do fenômeno poderá ser visto da América do Sul.
Os cientistas estipulam que o evento completo deve durar cinco horas e meia, sendo uma hora e 40 minutos só de eclipse total. A última vez que aconteceu uma exposição tão longa assim foi em julho do ano 2000.
Conforme o satélite "entrar" na sombra da Terra, ele vai mudar gradualmente de cor, variando do cinza metálico para tonalidades laranjas e vermelhas.
Ao contrário dos eclipses solares, o lunar pode ser visto a olho nu, sem prejudicar a visão.
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
NASA DIZ: PODEROSA CHUVA DE METEOROS PODE ATINGIR A TERRA EM 2011
A Nasa - agência espacial americana - começou a avaliar os riscos para satélites e naves espaciais em órbita da Terra, como a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), devido a uma poderosa chuva de meteoros que deve atingir o planeta em 8 de outubro de 2011. O fenômeno ocorre no outono do hemisfério norte, vai durar sete horas e deverá ser especialmente violento.
A Nasa pode, inclusive, redirecionar a ISS. William Cooke, do Marshall Space Flight Center (Huntsville, Alabama), ligado à agência espacial, disse que os especialistas preveem uma grande chuva e esperam um pico de várias centenas de meteoros por hora.
Duas outras chuvas fortes ocorreram em 1985 e 1998, mas não causaram problemas nos satélites e naves em órbita. Desta vez, a probabilidade de problemas também não é alta. No entanto, Cooke diz que a prevenção é importante e que a próxima tempestade não deve ser ignorada.
Segundo Cooke, a ISS tem um escudo contra as rochas do espaço e, se necessário, pode ser redirecionada. O mesmo se aplica ao telescópio Hubble. O cientista incentiva programadores a determinar se é necessário preparar estratégias de defesa. "Se um meteoro esporádico atinge você, é má sorte. Se isso ocorre durante uma chuva de meteoros, é negligência", diz o cientista.
sábado, 11 de junho de 2011
SONDAS ATRAVESSAM ``MAR MAGNÉTICO´´ PARA SAIR DO SISTEMA SOLAR
As sondas Voyager, da agência espacial americana Nasa, estão atravessando um 'mar magnético' para tentar sair do Sistema Solar.
As duas naves foram lançadas em 1977 e são responsáveis por colher alguns dos dados mais extraordinários da história da Nasa. Elas agora estão a mais de 14 bilhões de quilômetros da Terra, aproximando-se do limite do Sistema Solar.
As sondas Voyager continuam enviando dados para o centro de controle da Nasa, no Estado americano no Texas. Cada mensagem demora 16 horas para atravessar a distância no espaço.
Nas palavras do astrônomo Eugene Parker, da Universidade de Chicago, a fronteira do Sistema Solar possui atividades energéticas intensas, como se fosse uma "banheira de hidromassagem agitada".
As sondas, lançadas em 1977, estão a mais de 14 bilhões de km da Terra, perto do limite do Sistema Solar
Os pesquisadores afirmam que estas descobertas têm impacto na forma como se entende os raios cósmicos, que são as tempestades de partículas de alta energia que se aceleram na direção da Terra, oriundas de explosões de estrelas e buracos-negros.
É provável que a massa de estruturas magnéticas torne o Sistema Solar mais poroso e suscetível a raios cósmicos.
NOVA MISSÃO
A observação é de interesse não só para astrônomos, mas também para astronautas (eles precisam se precaver contra os efeitos dos raios cósmicos na sua saúde) e para engenheiros preocupados em construir naves e componentes resistentes às partículas de alta energia.
Os pesquisadores foram surpreendidos por alguns dos dados revelados pelas sondas Voyage. Eles esperavam que os limites do Sistema Solar seriam mais serenos e com menos atividades magnéticas.
Esta é mais uma demonstração entre tantas das capacidades extraordinárias das sondas Voyagers, que continuam gerando dados e novos questionamentos mais de três décadas depois de seus lançamentos.
A Voyager 1 chegou ao espaço em 5 de setembro de 1977 e a Voyager 2, em 20 de agosto do mesmo ano.
A missão inicial das sondas era pesquisar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Depois de completada em 1989, as sondas foram direcionadas rumo ao centro da Via Láctea.
O professor Ed Stone, que trabalha com as Voyager desde o começo da missão, diz que nenhuma outra operação durou tanto tempo. Já são 33 anos de funcionamento, e a Voyager ainda possui energia suficiente para durar mais uma década.
A tecnologia da Voyager é rudimentar para os padrões de hoje. Os transmissores consomem a energia equivalente a de uma lâmpada comum. Um telefone celular moderno possui 10 milhões de vezes mais memória do que a Voyager.
A sua nova missão é explorar os limites do Sistema Solar. Os cientistas não têm certeza sobre o limite final do sistema, onde começaria uma zona de espaço interestelar.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
GLIESE 581d: PIMEIRO EXOPLANETA HABITÁVEL
A chamada "zona habitável" em torno das estrelas representa a faixa de distâncias em que os planetas não são nem muito frios e nem muito quentes para que a vida possa florescer, com uma temperatura suficiente para manter a água em estado líquido. [Imagem: Franck Selsis/CNRS/ESO]
Zona habitável
O sistema planetário em torno da anã vermelha Gliese 581, uma das estrelas mais próximas do Sol, tem sido objeto de vários estudos com o objetivo de confirmar a detecção do primeiro exoplaneta potencialmente habitável.
Desde que o sistema revelou o exoplaneta mais parecido com a Terra, em 2007, até a proposição de que o Gliese 581g estaria bem no centro da zona habitável, em 2010, todos os candidatos à posição de "primeiro exoplaneta habitável" têm sido descartados por observações subsequentes.
Agora, contudo, um grupo de cientistas do Instituto Pierre Simon Laplace, da França, acredita ter encontrado indícios suficientes para demonstrar que o Gliese 581d pode ser considerado o primeiro exoplaneta capaz de abrigar a vida como ela existe na Terra.
A chamada "zona habitável" em torno das estrelas representa a faixa de distâncias em que os planetas não são nem muito frios e nem muito quentes para que a vida possa florescer, com uma temperatura suficiente para manter a água em estado líquido.
Extremos climáticos
Embora o Gliese 581g parecesse estar em uma posição privilegiada dentro da zona habitável, várias equipes questionaram a sua detecção - ou seja, ele pode simplesmente não existir, sendo resultado de ruído nas medições ultra-finas do "balanço" estelar, necessárias para detectar exoplanetas nesse sistema.
Então a atenção se voltou para o Gliese 581d.
Inicialmente ele foi considerado longe demais da estrela - e, portanto, frio demais para a vida. Ao contrário, análises posteriores mostraram que, se o planeta tivesse oceanos líquidos como a Terra, eles evaporariam rapidamente, em um efeito semelhante ao que deu a Vênus o clima quente e inóspito que tem hoje.
Mas Robin Wordsworth e seus colegas do Laboratório de Meteorologia Dinâmica, em Paris, discordam dessas análises.
Simulação atmosférica
Embora seja provavelmente um planeta rochoso, o Gliese 581d tem uma massa de pelo menos sete vezes a da Terra e cerca de duas vezes o seu tamanho.
O maior problema, contudo, é que, além de receber menos de um terço da energia solar que chega à Terra, ele parece ter uma "órbita travada", com um lado permanentemente dia e o outro permanentemente noite - os dados não são precisos o suficiente para uma conclusão definitiva e pode ser que o planeta gire muito lentamente.
Com isto, a crença geral era que, qualquer atmosfera espessa o suficiente para manter o planeta aquecido, ficaria fria o suficiente no lado noturno para congelar por completo, arruinando qualquer perspectiva de um clima habitável.
Para testar essa hipótese, Wordsworth e seus colegas desenvolveram um novo tipo de modelo computacional capaz de simular com maior precisão o clima de um exoplaneta.
O modelo simula a atmosfera e a superfície de um planeta em três dimensões, de forma parecida com os usados para estudar as mudanças climáticas na Terra.
No entanto, o simulador é baseado em princípios físicos mais fundamentais, permitindo a simulação de uma gama muito mais ampla de condições, incluindo qualquer coquetel atmosférico de gases, nuvens e aerossóis
Modelo climático global do Gliese 581d. Tons vermelho/azul indicam temperaturas quentes/frias, enquanto as setas indicam velocidades do vento a 2km de altitude. [Imagem: LMD/CNRS]
Céu azul e céu vermelho
Para sua surpresa, os pesquisadores descobriram que, dada uma atmosfera de dióxido de carbono densa o suficiente - um cenário provável em um planeta tão grande - o clima do Gliese 581d não somente é estável, mas quente o suficiente para abrigar oceanos, nuvens e chuva.
Um dos fatores-chave nos resultados foi o chamado espalhamento Rayleigh, o fenômeno que faz com que o céu da Terra seja azul.
No Sistema Solar, o espalhamento Rayleigh limita a quantidade de luz solar que uma atmosfera espessa pode absorver, porque uma grande parte da luz azul que se dispersa é imediatamente refletida de volta ao espaço.
No entanto, como a luz da estrela Gliese 581 é vermelha, ela praticamente não é afetada no Gliese 581d.
Isto significa que a luz pode penetrar mais profundamente na atmosfera, aquecendo mais o planeta devido ao efeito estufa da atmosfera de CO2 e ao efeito das nuvens de gelo de dióxido de carbono previstas para se formarem a altas altitudes.
Além disso, as simulações da circulação 3D indicaram que o aquecimento diurno é eficientemente redistribuído por todo o planeta através da atmosfera, impedindo o colapso atmosférico no lado noite ou nos pólos.
Telescópios do futuro
O resultado entusiasmou ainda mais os cientistas porque, a 20 anos-luz da Terra, o Gliese 581d é um dos nossos vizinhos galácticos mais próximos. Isto significa que os telescópios do futuro poderão ser capazes de detectar a atmosfera do planeta diretamente.
Embora esta simulação indique que o Gliese 581d possa ser habitável, há outras possibilidades.
Por exemplo, ele poderia ter mantido uma parte do seu hidrogênio na atmosfera, como Urano e Netuno, ou os fortes ventos de sua estrela poderiam ter varrido sua atmosfera inteiramente nos primórdios de sua formação.
Para detectar esses diferentes cenários, o grupo elaborou uma série de testes simples que os astrônomos deverão realizar no futuro, quando contarem com um telescópio suficientemente poderoso.
Geocentrismo
Se o Gliese 581d for realmente habitável, ainda assim ele seria um lugar bastante estranho para se visitar - o ar denso e as nuvens espessas manteriam a superfície em um crepúsculo vermelho escuro perpétuo.
Além disso, sua grande massa significa que a gravidade na superfície é de cerca de duas vezes a gravidade na superfície da Terra.
No longo prazo, contudo, a mais importante implicação desses resultados pode ser a ideia de que os exoplanetas capazes de suportar a vida na verdade não precisam ser assim tão parecidos com a Terra.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O LADRÃO ESPACIAL: DURANTE SUA FORMAÇÃO JÚPITER ROUBA MASSA DE MARTE QUE FICOU MAIS POBRE
Uma simulação feita por uma equipe internacional de astrônomos mostrou que, na formação do Sistema Solar, Júpiter estava mais perto de Marte e atraiu uma grande quantidade de material disponível. Com isso, o planeta vermelho ficou privado de materiais em sua formação.
A descoberta publicada pela revista "Nature" responde a uma dúvida antiga dos especialistas. O volume de Marte é cerca de um oitavo do da Terra, mas sua massa é por volta de um décimo a do nosso planeta. Se os planetas foram formados aproximadamente na mesma época, os astrônomos se perguntavam, porque a relação entre as massas era tão desigual.
No estudo, os cientistas afirmaram que Júpiter surgiu para uma distância de 1,5 unidade astronômica – UA, que equivale à distância entre a Terra e o Sol – do Sol. Mais tarde, com a formação de Saturno, ele migrou para sua distância atual, cerca de 5 UA. No intervalo que existe no caminho, existe hoje um cinturão de asteroides.
“O resultado foi fantástico”, disse Kevin Walsh, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, em San Antonio (EUA), que liderou o estudo. “Nossas simulações mostraram não só que a migração de Júpiter era consistente com a existência do cinturão de asteroides, mas também explicou propriedades do cinturão que nunca tínhamos compreendido”, completou o astrônomo.
Comentanto a matéria:
Vesta foi o quarto asteroide, descoberto por Olbers em 1807 e é o terceiro maior asteroide em tamanho, medindo entre 530 e 468 km em diâmetro. Está localizado no Cinturão de Asteroides, região entre as órbitas de Marte e Júpiter, a 2,36 UA do Sol. Vesta é um asteroide tipo V. Seu tamanho e o brilho pouco comum na superfície fazem de Vesta o asteroide mais brilhante. É o único asteroide que é ocasionalmente visível a olho nu.
terça-feira, 7 de junho de 2011
O MISTÉRIO DO NASCIMENTO DE ESTRELAS NA NEBULOSA DE ORION
Essa imagem aqui reproduzida mostra uma composição de três cores do jovem objeto Herbig-Haro 34 no estágio protoestelar de evolução a 1500 anos-luz de distância da Terra localizado próximo da Nebulosa de Orion – uma das regiões de nascimento de estrela mais produtiva que existe. Esse objeto é incrível, de uma aparência muito complicada que inclui dois jatos opostos que se espalham na matéria interestelar. Essa estrutura é produzida por bolhas de gás que explodem como projéteis a partir da estrela em alta velocidade (aproximadamente 250 km/s). Isso parece indicar que a estrela está tendo a experiência explosões episódicas quando grande quantidade de material cai do disco que circunda a estrela. A enigmática “cachoeira” a esquerda na imagem ainda é um mistério sem explicação.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A NEBULOSA LAGUNA
A Nebulosa Laguna (também catalogada como Messier 8 (M8) e NGC 6523) é uma gigantesca nuvem interestelar localizada na constelação de Sagitário. É classificada como uma nebulosa de emissão, cujos gases ionizados emitem variadas cores, e como uma região HII, uma nuvem interestelar que recentemente, em tempo astronômico, se tornou uma região formadora de estrelas.A Nebulosa Laguna foi descoberta pelo astrônomo francês Guillaume Le Gentil em 1747 e catalogada pelo francês Charles Messier em 1774, e é uma das nebulosas formadoras de estrelas visíveis da Terra. Vista de binóculos, a nebulosa parece-se como uma mancha oval distinta com um núcleo definido. Sobreposta à nebulosa aparece um pequeno aglomerado de estrelas.
Características
sábado, 4 de junho de 2011
TELESCÓPIOS FOTOGRAFA GALÁXIA ESPIRAL PARECIDA COM A VIA LACTEA
O ESO (Observatório Europeu do Sul, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira a imagem de uma galáxia que se assemelha muito a nossa pelo seus "braços" espirais.
A chamada NGC 6744 tem, porém, um diferencial no tamanho: possui praticamente o dobro do diâmetro de cem mil anos-luz da Via Láctea. Outra característica é o seu brilho, comparável a 60 bilhões de vezes ao do Sol.
A NGC 6744, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra --é uma das maiores e mais próximas galáxias espirais--, situa-se ao sul da constelação de Pavão, no hemisfério sul.
Na foto tirada pelo telescópio MPG, a partir do deserto de Atacama, no Chile, os pontos em vermelho representam regiões onde há estrelas em formação.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
FOTO DA NASA MOSTRA LIMITE ENTRE ATMOSFERA DA TERRA E O ESPAÇO
Imagem foi captada pela Endeavour que está em viagem de retorno
A Nasa divulgou nesta terça-feira (31) uma foto do que seria o limite da atmosfera da Terra, tirada por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A imagem mostra exatamente onde termina a atmosfera do planeta Terra e onde começa o espaço.
A foto foi captada quando o ônibus espacial Endeavour estava acoplado à ISS.
A nave Endeavour deve chegar de seu retorno à Terra nesta quarta-feira (1º), no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, às 14h35 (horário local) e 13h35 (horário de Brasília).
Nave Endeavour se despede da estação espacial
A Nasa divulgou nesta terça-feira (31) uma foto do que seria o limite da atmosfera da Terra, tirada por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A imagem mostra exatamente onde termina a atmosfera do planeta Terra e onde começa o espaço.
A foto foi captada quando o ônibus espacial Endeavour estava acoplado à ISS.
A nave Endeavour deve chegar de seu retorno à Terra nesta quarta-feira (1º), no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, às 14h35 (horário local) e 13h35 (horário de Brasília).
Nave Endeavour se despede da estação espacial
pela última vez e inicia volta à Terra
Veículo vai ser enviado para museu de ciências nos EUA
A nave Endeavour, com seis astronautas a bordo, se afastou definitivamente nesta segunda-feira (30) da ISS (Estação Espacial Internacional), e iniciou seu retorno final à Terra. Após voltar à Terra, a nave vai ser aposentada e enviada a um museu de ciências em Los Angeles (Califórnia).
A última missão do Endeavour é também a penúltima do programa americano de ônibus espaciais, que depois de trinta anos terminará com o voo do Atlantis à ISS, em julho.
A Nasa (agência espacial dos EUA) informou que a nave se separou à 0h55 (horário de Brasília) da estação, que fica a cerca de 385 km da Terra e se desloca a 27 mil km/h. Durante quatro horas e meia, o ônibus espacial realizou uma “pirueta” para que os astronautas a bordo da estação inspecionassem sua cobertura térmica.
Quando os técnicos da Nasa comprovaram o bom estado dos escudos térmicos (que protegem a nave quando esta entra na atmosfera terrestre e o atrito gera temperaturas de cerca de 2.000 ºC), às 5h38, os motores foram ligados e a Endeavour começou a se distanciar da ISS.
A aterrissagem no Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA), está programada para quarta-feira (1º).
Essa missão incluiu quatro jornadas de trabalho dos astronautas fora do complexo ISS-Endeavour, que foram as últimas programadas na era desse tipo de ônibus espacial, iniciada em 1981 e que chegará a seu final em julho com a missão do Atlantis.
A primeira missão do Endeavour, o mais jovem dos ônibus espaciais, ocorreu em 1992, e a partir de 1998 a nave foi uma peça fundamental no programa de construção e operação da ISS.
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